Macero, o dissidente

“Mas, então, Macaronésia foi presa fácil doutro mal. Reinava do lado sul Macero, e do lado norte Micanor (hoje diríamos: reinava, a Barlavento, Micanor e, a Sotavento, Macero). (…)

Uma indiscritível erupção subindo do fundo do mar da baía originou este rochedo, que se ergue imponente no meio da baía. Asseguram os anciãos que os deuses quiseram desse modo sepultar o corpo insepulto de MACERO., o dissidente.”

Contos da Macaronésia, G.T. Didial

Cores

Quatro longas semanas de trabalho, para conceber esta última ilustração.

A paleta de cores, está neste momento estável, fruto da experimentação inicial. São 5 cores base: azul cobalto para temperar as sombras e esfriar os tons mais quentes; o intenso verde permanente, sempre usado com muita parcimónia; terra siena e terra sombra natural; e por fim vermelho cádmio, naquelas zonas onde é preciso exaltar o olhar. Claro está, o branco onde a luz é precisa.

Todas estas experiências requerem materiais de altíssima qualidade, sob pena dos resultados finais ficarem aquém daquilo que se exige de uma “boa” ilustração.  Os Gouaches Windsor & Newton oferecem níveis de qualidade únicos e muito estáveis. Os cádmios (dispendiosos) oferecem uma intensa experiência cromática, é um comportamento à luz natural indiscritível. Confesso, a cor das túlipas nesta ilustração, mais que o respeito por uma qualquer premissa compositora, foi sobretudo um pretexto para experiênciar este vermelho intenso.

(em actualização)

Festival Literário – Fronteira

É com um enorme prazer que estarei no Festival Literário “Fronteira” – Em Castelo Branco.

O Fronteira – Festival Literário de Castelo Branco está de regresso com a sexta-edição, que decorre de 11 a 14 de abril.

Mais informações em: https://www.facebook.com/festivalfronteira/

 

 

 

Olá, eu sou o Bruma

Olá, eu sou o Bruma, e acabei de nascer das mãos do Pedro.
Sou o seu mais recente projeto de ilustração.
Vivi encerrado na palavra escrita até este momento.
Daqui em diante tomarei conta dos papéis, lápis e cores do meu criador.

Tempos de emoção

Obrigado a todos os meninos e meninas que guiaram a minha mão e os meus lápis.
Obrigado por revelarem os seus rostos, os seus medos, convicções e os seus segredos… por abrirem os seus corações e revelarem a sua “alma”. Vocês são a minha mais terna inspiração.
Grato Abraão Vicente pelo privilégio de ilustrar as tuas inspiradas e genuínas palavras.
Afinal, todos temos alma de criança.

 

O escritor – Abraão Vicente

Recriação da cena do lanche. Nha Bichencha e a criançada. Adorei este momento!!

E assim foi a apresentação da “Feiticeira de Fonte Lima” na Cidade da Praia.

Biblioteca Nacional repleta de crianças…