Ki Negoce, Centro Cultural de CABO VERDE apresenta…

“Ki Negoce”, Um filme de Toni da Costa.
Produção – Contos da Macaronésia – 2019

Versão original em Crioulo – Legendado em PT. -design – www.pedrobrito.eu


Maria Eóla, Atriz Convidada.


Menino Taré, Ator convidado.

 

um filme de Tony C.
produção – CONTOS DAS MACARONÉSIA
apoios : CENTRO CULTURAL DE CV – CM   – restaurante
a cozinha da “Nha Donna” – Ministério das Industrias do vento – Portugal
Versão original em Crioulo – Legendado em PT. -design – pedrobrito.eu

Nha Donna

Nha Donna,
Mulher de todas as ilhas e mãe de todas as angústias, sofrimentos e esperanças.
Mulher nascida no sotavento, na ilha, mais ilha de todas elas.
O destino criou-a longe dos continentes até à idade adulta. Destino de quem nasce por ali, logo teve que partir para ganhar sustento para si e para os outros que lhe estão próximos.
Nha Donna encontrou em Lisboa o seu destino durante 35 anos. Lá fez família, amigos e desamigos, sem nunca esquecer a sua terra, as suas gentes e o seu mar.
Agora que a sua vida está mais suave, fruto do seu trabalho árduo, Nha Donna com argúcia e uma pitada de ironia, delicia-se a apreciar o mundo, sempre com um sorriso largo e contagiante.
Afinal, Nha Donna sabe como ninguém que Tud é bada!

 

As vissicitudes e idiossincrasias de uma Europa fingida… mais a sul

 

Europa Sabi!

“Ao abrigo do protocolo, perto de 70 embarcações da UE podem pescar nas águas territoriais de Cabo Verde, mas a diplomata está segura de que não existirá competição com os pescadores da pesca artesanal, cujos barcos são de pequeno porte e nunca vão além da distância autorizada às grandes embarcações.“

Declarações da Embaixadora da União Europeia em Cabo Verde, ao jornal Expresso das Ilhas.

28 de abril d 2019

https://expressodasilhas.cv/economia/2019/04/28/verbas-superiores-no-acordo-de-pescas-uecabo-verde-seriam-irrealistas/63581

 

(animação para breve… fica atento 🙂 )

 

Sonhos, pelo Buraco da agulha

Vamos falar da reciprocidade na isenção de vistos entre a Europa e Cabo Verde.

“No início, a União Europeia concordou, mais tarde, um país que nunca foi identificado (as autoridades cabo-verdianas desconfiam da França) acabou por vetar este entendimento, com o argumento que a percentagem de retorno de cabo-verdianos era baixa quando pediam, por exemplo, um visto de férias. A crise, a partir de 2009, também veio esfriar o interesse europeu, principalmente porque os países da UE começaram a temer que Cabo Verde fosse usado como um trampolim por parte dos africanos do continente.”
Toda a notícia…

Mais histórias em “contos da Macaronésia” —>